27 de julho de 2011

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10 de junho de 2011

COMPANHEIRA LEÃO (9/junho/2011)

Na comemoração do 20º aniversário do Lions Clube de Nordeste (a 9 de Junho de 2011), 6 novos COMPANHEIRO LEÃO surgiram e eu fui uma delas.

LEMA
Nós servimos

VISÃO
Ser o líder global em serviços comunitários e humanitários.

MISSÃO
Dar poder aos voluntários para que possam servir suas comunidades e atender às necessidades humanas, fomentar a paz e promover a compreensão mundial por meio dos Lions clubes.

PROPÓSITO
Para atender sua missão, foram definidos os seguintes Propósitos do Lions:
  • ORGANIZAR, fundar e supervisionar clubes de serviços a serem chamados de Lions Clubes.
  • COORDENAR as atividades e uniformizar a administração de Lions clubes.
  • CRIAR e fomentar um espírito de compreensão entre os povos da Terra.
  • INCENTIVAR os princípios do bom governo e da boa cidadania.
  • INTERESSAR-SE ativamente, pelo bem-estar cívico, cultural, social e moral da comunidade.
  • UNIR os clubes pelos laços de amizade, bom companheirismo e compreensão mútua.
  • PROMOVER um fórum para a livre discussão de todos os assuntos de interesse público, excetuando-se, entretanto, o partidarismo político e o sectarismo religioso, que não serão debatidos pelos associados no clube.
  • INCENTIVAR as pessoas bem intencionadas a servir a suas comunidades sem benefício financeiro, estimular a eficiência e promover elevados padrões éticos no comércio, na indústria, nas profissões, nos serviços públicos e nos empreendimentos particulares.
CÓDIGO DE ÉTICA DO LEÃO
O Lions possui um código de ética:
  • DEMONSTRAR fé nos méritos da minha profissão esforçando-me para conseguir honrosa reputação mercê da excelência dos meus serviços.
  • LUTAR pelo êxito e pleitear toda remuneração ou lucro que, eqüitativa e justamente mereça, recusando, porém, aqueles que possam acarretar diminuição de minha dignidade, devido à vantagem injusta ou ação duvidosa.
  • LEMBRAR que, para ser bem sucedido nos negócios ou empreendimentos, não é necessário destruir os dos outros. Ser leal com os clientes e sincero consigo mesmo.
  • DECIDIR contra mim mesmo no caso de dúvida quanto ao direito e a ética de meus atos perante meu próximo.
  • PRATICAR a amizade como um fim e não como um meio. Sustentar que a verdadeira amizade não é o resultado de favores mutuamente prestados, dado que não requer retribuição, pois recebe benefícios com o mesmo espírito desinteressado com que os dá.
  • TER sempre presente meus deveres de cidadão para com a minha localidade, meu Estado e meu País, sendo-lhes constantemente leal em pensamento, palavras e obras, dedicando-lhes, desinteressadamente, meu tempo, meu trabalho e meus recursos.
  • AJUDAR ao próximo, consolando o aflito, fortalecendo o débil e socorrendo o necessitado.
  • SER comedido na crítica e generoso no elogio, construir e não destruir.

17 de maio de 2011

Seminário Yad Vashem 2011 - não fui seleccionada (infelizmente!)

Natália Barbosa de Abreu, professora do grupo disciplinar 230 (Matemática/Ciências da Natureza), do 2º Ciclo do Ensino Básico, pertencente ao quadro de nomeação definitiva da Escola Básica e Secundária do Nordeste (São Miguel – Açores) vem por este meio candidatar-­se ao IV Seminário Internacional sobre o Holocausto para Professores Portugueses, promovido pela  Escola do Instituto YAD VASHEM de Memória, Educação e Investigação do Holocausto de Jerusalém, em colaboração com a MEMOSHOÁ -­ Associação Memória e Ensino do Holocausto, que se vai realizar, em Israel, entre 07 de Agosto e 16 de Agosto de 2011.

Embora não leccione História ou disciplinas congéneres, nem o estudo da 2ª Guerra Mundial e do Holocausto sejam assuntos abordadas nas diversas áreas curriculares que lecciona, a candidata salienta a importância deste seminário para o ensino da área curricular não disciplinar de CIDADANIA, fundamentalmente no que concerne à dimensão “Educação para os Direitos Humanos”.
Ressalva  ainda que Cidadania surge, na Região Autónoma dos Açores, em 2010 e corresponde a uma área curricular onde é privilegiado o “desenvolvimento da formação pessoal e social e da literacia digital, a partir de um conjunto de temáticas e de orientações curriculares (...) pretendendo-­se que os alunos desenvolvam projectos promotores de uma consciência cívica crítica (...)”. Assim sendo, como Directora de Turma, co-­responsável  por esta área curricular não disciplinar, a candidata pretende impulsionar um projecto de Educação para os Valores e de Educação para os Direitos Humanos, usando como cenário o Holocausto, onde estas  dimensões assumem um papel preponderante.
Do Referencial da Área Curricular Não Disciplinar de Cidadania destacam-se temas  relacionados com os Direitos Humanos enquanto imperativos éticos de acção, que visam inspirar nos alunos o respeito pelos outros  e pela sua diversidade (origem, cor da  pele, cultura, religião,etc.), condenam os atentados aos Direitos Humanos, a discriminação racial/étnica/cultural, o racismo e  xenofobia.
Esses princípios, ao defender a Interculturalidade e o respeito pela  diferença, constituem áreas de oportunidade educativa na medida em que propiciam um despertar de consciência nos  alunos que tem muitas potencialidades de  se reflectir numa melhoria da sustentabilidade social na Escola e na Sociedade.

Neste contexto de educação para a cidadania, que prevê a interiorização e revelação de valores morais, espirituais e cívicos, surgem os interesses  e motivações da candidata para  esta temática, na medida em que pretende utilizar a tragédia vivida pelo povo judeu como mote para um projecto comum a desenvolver em Cidadania nos dois anos do 2º ciclo pois, na qualidade de Directora de Turma  do 5º ano, poderá dar-­lhe  continuidade no próximo ano lectivo. Assim, entende a candidata que falar do Holocausto aos seus alunos é
dar-­lhes o exemplo de um crime contra a humanidade, onde o genocídio constitui um acto extremista dos ódios racistas/étnicos, fazer com que compreendam os perigos dos preconceitos/xenofobia e mostrar-­lhes a necessidade de defender os direitos humanos e os valores.
A candidata acredita ainda que conhecer o flagelo do Shoá é reconhecer e aceitar a sua  individualidade como pessoa, assumir atitudes de compreensão e de respeito pelas diferenças que caracterizam a diversidade humana e pelas suas expressões, cooperar e  agir de forma solidária com os outros, empenhar-­se na defesa dos Direitos Humanos, agir contra a discriminação e a injustiça, tal como é sugerido no Referencial anteriormente mencionado.

Este Seminário Internacional permitirá ampliar os conhecimentos da  candidata (por enquanto bastante limitados) nesta área uma vez que se trata de um curso de alto nível (segundo informações colhidas junto de colegas que participaram no II e no III seminário), acompanhado de visitas a vários pontos de Israel. Aliás, está convicta que esta experiência lhe permitirá adquirir conhecimentos que lhe possibilitem desenvolver um trabalho  mais eficaz sobre as temáticas enunciadas anteriormente, alertar para alguns riscos de repetição destes acontecimentos e assegurar que transmitirá a mensagem que todos juntos  podemos construir uma sociedade com responsabilidade e com uma consciência cívica e crítica, onde há direitos e deveres e admite e  respeita as diferenças culturais e étnicas.

Nordeste, 23 de Março de 2011
http://w3.memoshoa.pt/index.php/cursos/seminarios-yad-vashem/seminario2011